Consórcio liderado por pai de Stroll compra a Force India



E nesta terça-feira (7) foi confirmado o que era esperado por todos, Lawrence Stroll liderou um consórcio para comprar a equipe Force India, e com isso é certeza que o próximo passo será anunciar seu filho, Lance Stroll, como o novo piloto da equipe para a temporada de 2019.

A Force India que estava à quase três semanas sob administração judicial após Sergio Perez em uma operação orquestrada junto dos chefes da equipe, entrou na justiça para cobrar U$ 4 milhões a que se tinha direito, na intenção de provocar uma intervenção judicial na equipe e assim conseguir salvar a mesma, o que foi que aconteceu. A Force India que com isso está longe de ter o mesmo fim da equipe Manor em 2016.

Com a ajuda do diretor de operações da Force India, Otmar Szafnauer e de mais algumas pessoas da alta direção da equipe, o consórcio liderado por Stroll formatou os termos da compra da equipe, dessa maneira os administradores devolverão a equipe à solvência.

Todos credores da Force India graças a este acordo, serão todos pagos, incluindo, Sergio Perez, a fornecedora de motores Mercedes, além é claro dos 405 funcionários que se manterão com seus
empregos.

Os investidores que estão junto com Stroll são o empresário canadense Andre Desmarais, Jonathan Dudman da Monaco Sports and Management , o líder de negócios de moda John Idol, o investidor de telecomunicações John McCaw Jr, o especialista em finanças Michael de Picciotto e por fim o empresário Silas Chou.

Atualmente a equipe Force India ocupa à sexta posição no campeonato de construtores, 7 pontos da Haas e 23 pontos da Renault que ocupa a quarta posição.

A Force India que já vinha tendo problemas financeiros mas que acabou se agravando este ano graças a Vijay Mally, que enfrenta atualmente a justiça britânica por lavagem de dinheiro. Ele até chegou a ser preso, mas pagou uma multa e espera atualmente o julgamento em liberdade, porém está proibido de deixar o Reino Unido e a qualquer momento pode ser extraditado para Índia, onde um grupo de bancos indianos está tentando recuperar mais de U$1,5 bilhão em empréstimos concedidos à extinta empresa de avião de Mally, Kingfisher Airlines.


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